Era para ter feito um post sobre isto na semana passada, mas depois
passou-se e para variar a preguiça acabou por vencer! Muito havia
para dizer sobre a maneira como nós conduzimos em Portugal, embora eu
tenha a convicção que não se passa nada de mais para
além da (a)normalidade que se passa no quotidiano português! Ou
seja, tal como a net reflecte uma dada sociedade e como tal também
lá é possível encontrar os ditos “podres” dessa
sociedade, também se pode transportar a mesma analogia para a
condução!

Mas isto tudo porque hoje tomei consciência de um facto: “os piscas do
carros” não deviam existir em Portugal! Porquê? É que
aparentemente uma coisa simples que é usada por muita gente da forma
adequada é interpretada por outros da pior forma possível!
Hoje em dia, e acreditem que eu sei e neste caso tenho autoridade para
falar, não se pode usar pisca! Quantas vezes vos aconteceu que quando
efectivamente querem mudar de faixa, olham para o espelho retrovisor, ok,
dá tempo/espaço! Ligam o pisca et voilá! O tipo da
outra faixa mete o pé a fundo! Com sorte ainda vos insultam! Por isso
deparei com um facto interessante e que podia ser alvo de um estudo!
É que muitos dos condutores habituados já só introduz o
pisca após ter iniciado a mudança (brusca!) de faixa! Eu penso
que é um comportamento adquirido após tantas tentativas
frustradas de boa prática! 🙂 É interessante! Por isso agora
é mesmo à bruta! Pisca o raio que o parta!!

Este post é só um desabafo, porque eu gosto de usar piscas e
acho que fico mais rico sempre que os uso! Ah e também gosto de
agradecer quando me dão passagem! É que é de tal forma
raro isso acontecer que é bom que um tipo introduza uma forma de
reforço positivo àqueles que o fazem! Não concordam?