Hoje estive em Faro, estive porque j no estou! 🙂
Foi uma viagem relmpago, a propsito da Capital Nacional da Cultura, que ser no prximo ano em Faro, capital do Algarve.

No meio da correria ainda tive oportunidade de conhecer dois stios porreiros:

1. Teatro Lethes, uma jia desconhecida (por mim, claro!) nesta cidade. Trata-se um teatro Italiana construdo dentro da nave principal de uma antiga Igreja Jesuta e inaugurado em 1845. Da visita ao seu interior apenas posso dizer que no esperava encontrar dentro de uma fachada igual a tantas outras, um cenrio to espectacular! impressionante, toda a estrutura em madeira, os bancos forrados a veludo, muito… muito fixe!

2. A Universidade do Algarve, mais precisamente o campus de Gambelas (este ltima j conhecia do Simplinux em 99, o que no conhecia era a sua espectacular Biblioteca (Central)! Tive pena de no ter tirado umas fotos, fez-me lembrar a biblioteca da KTH em Estocolmo na Sucia. De facto no contava encontrar um espao to agradvel numa universidade Portuguesa, mas de facto os novos campos de algumas universidades deixam as restantes manas mais velhas muito envergonhadas! 🙁

Acabei por regressar ainda um pouco mais cedo do que o previsto e ao invs de experimentar o Alfa-Pendular, acabei mesmo por vir num excelente autocarro da companhia EVA(directamente de Faro a Lisboa) com todas as mordomias necessrias para viajar em Agosto pelo Alentejo a cima a meio da tarde (ou em outra parte qualquer ao sol): Ar Condicionado, WC e Filmezinho! 🙂

Cheguei a Lisboa eram umas 20h, ainda tive tempo de passar na log para apanhar o meu recm chegado telemvel de trabalho, um SonyEricsson T630! Foi o que salvou a seca de 40 mins que tive espera de autocarro para Setbal!

Cheguei a casa cansado com fome.

Resumo: FARO uma santa terrinha que parece continuar a ser uma pequena grande aldeia! Ao conversar-se com as pessoas percebe-se que ainda existe uma grande muralha que psicologicamente separa todos aqueles que por l vivem um ano inteiro da sua Capital, Lisboa. Apesar dos transportes rpidos como se Lisboa ainda vivesse demasiado longe.