Wired CD

A Wired deste mês vem acompanhada por um CD especial! A ideia é promover o uso de Creative Commons na música, o mote por detrás da iniciativa é:

These musicians are saying that true creativity needs to be open, fluid, and alive. When it comes to copyright, they are pro-choice. Here are 16 songs that encourage people to play with their tunes, not just play them.

Básicamente a ideia é dar uma maior liberdade ao uso das músicas que ouvimos, claro que as grande produtoras não devem estar a ver a coisa com muito bons olhos, mas que se lixem! Aparentemente ganhamos todos (nós, que ouvimos e os músicos, que as compôem!).

Pelo que percebi do artigo da Wired existem três tipos de novas licensas :

SamplingSampling
People can take and transform pieces of your work for any purpose other than advertising, which is prohibited. Copying and distribution of the entire work is also prohibited.

Sampling PlusSampling Plus
People can take and transform pieces of your work for any purpose other than advertising, which is prohibited. Noncommercial copying and distribution (like file-sharing) of the entire work are also allowed. Hence, “plus”.

Noncommercial Sampling PlusNoncommercial Sampling Plus
People can take and transform pieces of your work for noncommercial purposes only. Noncommercial copying and distribution (like file-sharing) of the entire work are also allowed.

Para melhor perceber tudo isto, o melhor mesmo é darem um salto ao site da Creative Commons e verem o filme que explica como tudo funciona!

Aparentemente todas as músicas no CD foram apresentadas ao vivo no The Town Hall em Nova York em 21 de Setembro deste ano, com as receitas a reverterem a favor do próprio movimento Creative Commons.

Entre as músicas no CD achei uma do Gilberto Gil (“Oslodum”), uma dos Beastie Boys (“Now Get Busy”), e uma estranha coincidência com uma música do David Byrne (“My Fair Lady”) que me parece estranhamente parecida com uma música da nossa Dulce Pontes!