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Este post já vem mais do que atrasado, mas no passado dia 10, aproveitei o facto de ser um dia especial e fui com a Patrícia a um restaurante japonês em Setúbal, não sabíamos nada sobre ele a não ser que seria mais ou menos numa certa rua, não foi difícil lá chegar e aqui fica a morada:

SUSHI-YA
Rua Frei Agostinho da Cruz,
nº.10-12
2900 Setúbal
Tel: 265 233704 / 91 8296510

e o mapa de onde fica, para quem por lá quiser passar.

Chama-se SUSHI-YA e é um restaurante pequeno, mas muito agradável, é assim como que, uma tasca japonesa, no bom sentido claro, nada daquelas cenas meio gays, meio chiques, que se vê noutros restaurantes japoneses aqui por este lado do mundo. A comida, essa é das melhores que já provei, o nosso jantar foi simples, não ia numa de Sushi ou Sashimi, por isso acabámos por ficar pelas Yakitori (espetadinhas de frango) e Teriyaki Chikin, chá verde e Tiramisu japonês. Acabámos por trazer 10g chá verde (do verdadeiro, em pó!) para casa, que é coisa rara de conseguir encontrar.

Acerca da noite propriamente dita, foi no mínimo divertida, começou meio estranha, mas acabou da melhor maneira! É que isto de andar a aprender japonês, não é de facto fácil! Se por um lado já sei dizer umas quantas coisas (inteligentes e com sentido), não sou ainda capaz de manter uma conversa, ou melhor de entender a totalidade da conversa, por isso e lá a medo foi largando umas larachas ao dono do restaurante, que sempre que eu abria a boca e dizia qualquer coisa não escondia uma cara de espanto! Devia ser qualquer coisa do estilo: “hum.. este tipo falou japonês, ou já bebi saque demais?“. Quem se ia rindo que nem uma perdida com tudo aquilo foi a Patrícia, que se no inicio do jantar estava à beira de um ataque de pânico com tanta gente dentro da sala, no final do jantar estava bem mais descontraída e até já agradecia em japonês.

Mesmo antes de nos irmos embora, acabou por acontecer a cena da noite, que foi o gajo não estava nada convencido e não resistiu a pedir-me para lhe ler uma frase! Por sorte era em hiragana, na altura ainda não sabia os caracteres todos de Katakana, e lá me safei letra a letra! O tipo desatou aos gritos de contente, foi um momento Kodak no mínimo! Despedidas feitas à japonesa

No final da noite, acabei por confessar à Patrícia, que só por esta noite já valeu a pena andar a aprender japonês.