first I smiled, but then it came to me, that although this is certainly true for many journals, the reality also reminds me that as everything else, it depends where you stand and on what you’re aware of…
The thing is that the NEW media loves to write about the OLD media, which in turn loves to write about NEW media, funny isn’t it?
I read most of my news online, but from time to time I do LOVE to read what I’ve been calling Slow News (and i’ll promise that I’ll cover this in my next post), meaning that I do read paper magazines and newspapers. I am in fact paying subscriptions for those when available (yes living in Germany has it’s drawbacks if we depend on international press).
In a world filled with noise and constant interruptions comes a device specifically designed to facilitate your focus. It’s a small, simple three buttons device, equiped with a e-ink thouch screen, low power comsuption and packs inside all the things we ever wanted to know more about (well almost everthying I bet!) just check out the introduction video:
Is it just me, or this reminds me the Hitchhiker’s?
Great design always connects with people. Designers inspire, provoke, validate, entertain and provide utility for people. To truly connect, designers need to have compassion and empathy for their audiences. Designers need to understand the relationship between what they produce and the meaning their product has for others. And they need to observe the people they are designing for in their own environments.
There are a lot of differences between Portugal and Germany obviously, but today I came across Prof. Leonard Waverman, Professor of Economics of the London Business School, Connectivity Scorecard, which measures how communication networks are used to enhance productivity and growth.
According to this scorecard, Portugal and Germany present as expected different connectivity levels:
According to the study, Portugal ranked high on the 3G penetration as well as the Government infrastructure (especially the school related one) but it’s lagging behind when considering business infrastructure and the deployment and building of the next generation networks, which is all summed and compared to the best performing country in the graphic below:
In Germany the setting is quite the opposite having high scores on almost all business/government levels, but having some unimpressive consumer scores that basically seem to be holding everything else behind. As a newly arrived ‘Ausländer’ I can attest that the majority of consumer based internet offers seem for lack of other word lagging behind most of the ones I had back in Portugal, which I wasn’t really expecting.
To read the full reports on this, and other countries, just follow to the Connectivity Scorecard website:
O verdadeiro inimigo do êxito, é a mediocridade. Aspiramos a grandeza, mas contentamo-nos com segundos lugares ; queremos viver a nossa vida ao máximo, mas acabamos por nos limitar a sobreviver. Encontramos uma zona de comodidade, acostumamo-nos a ela e deixamos passar a oportunidade de desfrutar das coisas belas que a vida nos oferece – Mark Victor Hansen
… ajudar a preservar a nossa cultura, história e lingua é não só nosso dever, como é algo em que podemos activamente participar, a Biblioteca Nacional de Portugal , no âmbito da iniciativa da Biblioteca Nacional Digital , decidiu ajudar a aumentar o número de obras em língua portuguesa no Projecto Gutenberg . Através do projecto collaborativo «Distributed Proofreaders» (DP), é agora possível ajudar à correcção de textos que tenham sido digitalizados (OCR) de livros em domínio público, o propósito é claro, usar o efeito de escala de todos os voluntários para realizar uma tarefa que se alocada a um conjunto finito de pessoas levaria certamente muito mais tempo.
Neste momento estão já disponíveis 78 obras em língua portuguesa, no entanto toda a ajuda parece ser pouca, pelo que os representantes portugueses nesta iniciativa continuam a precisar de mais voluntários fluentes na Língua Portuguesa para acelerar e exponenciar a revisão de textos. Lembrei-me de fazer uma nota aqui, para que não fique esquecido e que quem quiser possa ajudar:
Para mais informação consulte Página a Página ou contactem a coordenadora do movimento directamente através do email rfarinha (@) bn (.) pt
Enquanto esperamos aqui no burgo pelo dito “choque tecnológico”, podemos olhar para algumas iniciativas de mérito lá fora. Não é novidade que o MIT disponibilizou todos os seus elementos de estudo, mas desta vez Standford chegou primeiro e foi mais longe.
Desde de há alguns dias que está disponível na Itunes Store a “Standford on Itunes“: são dezenas (senão centenas) de aulas, entrevistas, músicas e até jogos desportivos da faculdade de Standford que através de um acordo que estabeleceu com a Apple para utilização da plataforma do Itunes na disponibilização de conteúdos multimédia daquela instituição.
Seria bem interessante ver algo semelhante por cá, embora eu saiba de antemão que o problema por cá passará certamente pelos professores, já que muitos serão certamente avessos à sua imortalização em video!
O aspecto que eu acho mais importante neste passo é o facto de pela primeira vez estarem disponíveis conteúdos, sem que para isso seja necessário ser-se aluno de uma faculdade, é talvez o corolário do “conhecimento ao alcance de todos”. Talvez fosse disso que nós estamos a precisar por cá, de um “choque tecnológico” e de uma democratização e partilha do conhecimento científico!
UPDATE: para as universidades portuguesas que gostassem de se tornar pioneras, a Apple já tem solução: iTunes_U! Vamos a ver quem dá o exemplo por cá primeiro.
No Expresso deste fim-de-semana (Obrigado André!) vinha um artigo no caderno de economia que me deixou bem contente! é que como diz o Celso, nem sempre se fala com orgulho daquilo que por cá se faz! Somos todos muito bons a criticar-nos, mas poucos os que elogiam e ainda menos os que tentam fazer a diferença!
Gostei do artigo por três ideias em particular que lá vi reflectidas:
Começei por gostar de ver reconhecido o trabalho de uma equipa, que acreditem ou não se esforça muito todos os dias por criar e levar as melhores soluções, conteúdos e serviços a um mercado dominado por estrangeiros, sim, porque nestas coisas de tecnologia os números contam, é que muito embora a net esteja cheia de projectos que começam pequeninos e acabam por marcam posição e diferença, não é de todo fácil sobreviver neste meio, quem por cá anda que o diga!
A nível pessoal, gostei muito, está práticamente a fazer um ano que me juntei ao projecto SAPO, há quase um ano atrás resolvi mudar de empresa, uma decisão que não foi nada fácil de tomar, por deixar para trás bons amigos e porque uma saída é sempre complicada a nível pessoal, na altura tive muitas dúvidas, mas hoje não me arrependo nada e para ser sincero, acho que teria tomado a mesma decisão embora muito mais cedo. Estar no SAPO é de facto muito bom, é ter oportunidade de marcar a diferença em projectos como o Fotos e de inocentemente acreditar que realmente podemos marcar a diferença! Basta querermos claro, o que por cá, com todo este péssimismo envolvente nem sempre é fácil remar contra a maré!
I'm Pedro Custódio, a User Experience Advocate with a strong software architecture background, sometimes I train and speak others in the arts of both. I'm currently main organizer of SHiFT and working on the Vodafone 360 project.
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